:: Sexta-feira , 29 de Maio de 2009 às 19h56
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No que você acredita?
Eu? Em nada. E em tudo o que não conheço!

 

 

 

No que você acredita? Em Deus? Nos heróis de quadrinho? No inferno? Na vida eterna? No amor? Na ressurreição? Nos astrônomos? No paraíso? Nos deuses gregos? Nos santos? Na clonagem? No céu? No elo perdido? Nos astros? No Big Bang? Na política? Na bíblia? Na evolução das espécies? No demo? Nas vacinas? Nos entes pagãos? Na felicidade? Nos gênios da lâmpada? Nos cientistas? Nos astrólogos? Nas células-tronco? Na Terra Prometida? Na salvação? Nos sonhos? Nos maus presságios? No Nada? Completo? Absoluto? Doce e certo nada?

Eu? Em nada. E em tudo. Em mim, no outro? Não sei. Acredito provavelmente em algo que não conheço... Será?

Não... Na vida? É, a vida é isso aí. É isso que a gente acorda para fazer todo dia. É o filme que emociona, é o amor que não deu certo, a pasta de dentes que acabou. A viagem que não aconteceu. A música que não se cansa de ouvir e que não se consegue cantar. Acredito naquele agudo impossível, de soprano, debaixo do chuveiro. Na mensagem das nuvens, que sempre formam o perfil de um senhor narigudo. Quem é ele, afinal das contas?

O mundo. Lugarzinho complicado. Lugarzinho único. Alienígena? Fim do mundo? Asteróide gigante, estrela a caminho da morte? Força Jedi, autocontrole, poder da mente? Fraqueza do corpo. Vitória. Amanhã. Projetos de vida. Mitos.

Quanto tempo tudo isso vai levar? Como dosar o que se deve ou o que não se deve fazer? Quando salvar? Quando deixar acontecer? Quando arriscar a vida, enfrentar o medo? Quando preservar o lugar seguro? O colo da mãe? O sofá da sala? A geladeira cheia? Quando ficar deprimido? Quando tomar remédio pra sorrir? Como entender a vontade de ficar? E a vontade de ir?

Usar o cinto de segurança, saltar de pára-quedas, comprar um carro com air-bag. Tomar vacina contra a gripe. Cruzar o farol vermelho. Acelerar. Comer cachorro quente de carrinho, fazer dieta macrobiótica . Beber, até ficar de porre.

Amar sem medo, chorar de raiva. Ter um bichinho. Uma planta. Roer a unha, pintar o cabelo. Ver o primeiro branco. Usar protetor solar? Corar a vida, avermelhar a alma?

Tudo para quê? Para caminhar para a única coisa tristemente certa. O fim. O seu, o meu, o do mundo. O fim. Do filme, da música, do dia. O fim. A hecatombe, a extinção. Tão certo quanto o anoitecer ou o nascer do sol. Que um dia, sei lá, vai virar uma anã branca. Um ponto inútil no universo. Do qual a terra não mais pertence. Não pertence porque não é. Assim como um dia eu também não serei.

Caminhamos para um dia simplesmente não sermos. Não existirmos. O sentido não é o da existência, mas o da não existência. Caminhamos, bebemos, comemos, amamos, para um dia, não sermos mais.

É possível ser feliz assim? É, se a felicidade é algo no qual se acredita. Se não, o simples fato de se estar pode ser suficiente para se ser.

O primeiro gole de cerveja na praia. A risada de uma bebedeira. O beijo mal dado. O cigarro depois de um vôo. O Big Mac no meio do regime. O choro doído, o choro feliz. O sono, depois de um dia cansativo. O lençol limpo, o cheiro do amaciante. A chuva na hora de dormir. O sol no sábado de manhã. O amigo feliz. O neto. O filho. Eu.

Tudo isso tem que acontecer rápido. Antes de os nossos meteoros pessoais explodirem, nos extinguindo. Tudo isso para que a gente possa, talvez, não ser, mas evoluir. Por sobre essas terras. Que podem ser a únicas. Simples assim. Azuis ao longe. Essa terra, única coisa na qual acreditamos, mesmo que não possamos vê-la do além. Ela está aqui, sob nós. Nos fará pó. Nos cobrirá. Fim?

Afinal das contas, no que você acredita?


:: às 04h29
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Importante, mesmo...
O que é que é?
Se o relógio não despertou na quinta-feira passada às sete e meia da manhã e eu perdi a hora ou se, naquele dia, era junho?
Era nessa época do ano que ficava no ar aquele cheiro de bombinha e de cravo e de canela no ar. Festas juninas são importantes. Para mim, muito mais importantes do que Carnaval ou Páscoa. Importante foi o vestido jeans que eu usei em um aniversário no sítio antigo do meu pai, aquele, de onde sumiram as duas cachorrinhas, tão importantes. Cachorrinhos são muito importantes. Era um tempo quando ainda era fácil ser loira. E isso, mal sabia eu, era importante. E fácil, também.
Por isso, se faltou eletricidade do bairro e meu relógio sem pilha não despertou às sete e meia da manhã naquele quinta-feira, que diferença isso fez? Nenhuma. Importante é que era junho.
Importante, ultimamente, tem sido ouvir Joni Mitchell e tomar banho ao som de “River”.
Importante são aqueles dez minutos de conversa boa com quem me conhece, ou com alguém que acabou de me conhecer, mas que me sabe tão bem quanto eu mesma. Tenho preguiça das pessoas novas, ou das pessoas com quem não compartilho mais do que a idade ou um projeto do acaso. Elas não são tão importantes assim, coitadas.
Importante, importante mesmo, é aquela primeira cerveja depois dos quase quinhentos quilômetros até a casa dos meus pais. O último episódio da temporada de “Lost”, uma massagem nos ombros e um final de semana a cada cinco dias.
Importante é acertar o ponto do arroz.
Importante, do tipo essencial, é o sol do sábado de manhã. Não porque eu não corro riscos de estragar a minha chapinha, mas porque eu vou poder ir a pé até o Carrefour e comprar o palmito para aquela panqueca cuja receita eu peguei ontem na internet, quando o expediente já era por tempo terminado. O momento em que o expediente termina, aliás, é um momento muito importante. Especialmente se for sexta-feira.
O DVD que faltava para minha coletânea, a garrafa de sakê com o rótulo mais lindo do mundo, o hidratante que eu passo depois do banho e que deixa a casa toda com cheiro de baunilha. Muito, mas importante tudo isso.
A geladeira boa que gela o meu chardonay em menos de trinta minutos e a empadinha de frango que eu assei e levei para o porteiro, que sorriu. É muito importante levar uma empadinha para alguém que não espera por uma empadinha. É a importância toda em uma empada, feito uma azeitona.
Importante, mas importante mesmo, não é só o chocolate, mas a cabecinha da minha cachorra sobre minha coxa nem tão magra naquela noite em que fez frio. Ela queria um chocolate, é claro. E parecia que aquilo era tão importante, mas tão importante para ela, que eu cedi um pedacinho.
Importante é lembrar, depois de dias fundindo os miolos, da melodia de uma música dos anos 1980. É o email do amigo amado, que fez aniversário e que me ama mesmo de longe. Importante é o abraço virtual de quem importa. Importa sim, porque é muito importante.
Importante é ter esses ombros aqui e dá-los até que eles quase nem sejam mais meus. Dá-los para quem importa, dá-los para quem merece.
Importante é ficar bonita mesmo que seja para o espelho. Fazer as unhas, limpeza de pele e hidratação no cabelo. Quem me vir, me viu. Eu? Eu me vejo todos os dias. E eu sou muito importante para mim.
Importante é não ligar muito para uns quilinhos a mais, mas isso só porque eu acho muito importante um estrogonofe. Acho muito importante comer. Comer com gosto, comer acompanhado de uma taça de Pinot. Porque Pinot... Ah, Pinot é muito, mas muito importante.
A massa que eu consegui abrir com um rolo de macarrão para fazer a empadinha que eu levei para o porteiro, a letra da música que eu consegui entender mesmo em francês, língua que eu não falo, e a sua melodia, que eu conseguiria tirar no piano. Ah, que importante seria ter um piano agora, exatamente agora, quando a melodia está aqui, em meus dedos: sol, lá, fá... Como é importante ler partituras...
A lâmpada do meu carro que eu finalmente troquei. Nossa, como é importante ter luz de freio! O sorriso da velhinha que me agradeceu por eu ter cedido o carrinho de dois andares no supermercado, a orquídea com vinte flores na minha jardineira, uma poltrona vaga do meu lado no avião.
O que me importa, no fim, é quase tudo. Será que eu sou assim, exigente com a vida, mesmo? Quero sossego, família, amigo, conforto, carinho, música, tempo bom, saúde física, saúde mental, solidariedade, uma boa cabeleireira, TV a cabo, cachorrinhos e uma, pelo menos uma Festa Junina por ano.
O resto é exagero. Supérfluo. Vale quase nada
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:: às 03h01
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:: às 02h44
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:: às 23h08
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:: Quinta-feira , 28 de Maio de 2009 às 20h56
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A palavra coragem é muito interessante. Ela vem da raiz latina cor, que significa "coração". Portanto, ser corajoso significa viver com o coração. E os fracos, somente os fracos, vivem com a cabeça; receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica. Com medo, fecham todas as janelas e portas – com teologia, conceitos, palavras, teorias – e do lado de dentro dessas portas e janelas, eles se escondem.

O caminho do coração é o caminho da coragem. É viver na insegurança, é viver no amor e confiar, é enfrentar o desconhecido. É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser. Coragem é seguir trilhas perigosas. A vida é perigosa. E só os covardes podem evitar o perigo – mas aí já estão mortos. A pessoa que está viva, realmente viva, sempre enfrentará o desconhecido. O perigo está presente, mas ela assumirá o risco. O coração está sempre pronto para enfrentar riscos; o coração é um jogador. A cabeça é um homem de negócios. Ela sempre calcula – ela é astuta. O coração nunca calcula nada.

- Osho
-

 


:: Quarta-feira , 27 de Maio de 2009 às 22h07
::  

 

♥ *´¨)

♥Sorria sempre. Um sorriso, às vezes, pode alegrar o dia de alguém. Mas, escute bem, sorria, não saia por aí rindo, gargalhando à toa, sabe como é né, há muitas pessoas que pensam que você está rindo delas e aí, você vai estragar o dia dos outros e o seu também como conseqüência.

♥Seja gentil. Ceda o lugar às pessoas mais velhas, ou mais cansadas, com crianças de colo, etc. Não custa nada.
Não tenha preguiça de fazer o bem. Seja solidário e ajude alguém sempre que a oportunidade aparecer.


♥Não se considere sábio demais, importante demais, bonito demais. Por outro lado, também não se considere incapaz, inferior ou feio demais. Isso não faz bem para auto-estima e (atrai maus fluidos.)

♥Seja competente. Estude. Procure ter várias habilidades e, quando quiser algo bem feito, não reclame, faça você mesmo (dentro do possível, claro!).

♥Faça amizades sinceras. Não se isole, mas também saiba a hora certa de conversar. Quando estiver em uma sala de aula, fale, converse, participe, mas sobre o tema proposto.

♥Escute uma canção de amor, um blues, uma valsa, uma ópera, enfim uma música suave, se você não é calmo. No entanto, se você já é calmo, escute um jazz, um samba, um pagode, um rock, um som bem agitado, vamos sacudir, uh!tererê!

♥Estude bastante. O céu é o limite! Enquanto há vida, há algo a se aprender, algo a se trocar. Se novo, dê alegria; se idoso, dê esperança. Não deixe que o tempo apague suas marcas nesse planeta. Se você se sabe finito, não chore, faça algo enquanto há tempo!

♥Leia, leia muito, como se não houvesse amanhã, e sobre assuntos variados: filosofia, educação, literatura, sociologia, não apenas sobre a sua área de atuação. Tenha uma postura holística. (Não sabe o que é holística? Procure no dicionário!). Isso, com certeza, fará de você um profissional de destaque e não um mero repetidor de teorias, muitas vezes, ultrapassadas. Ah! Também fará de você uma pessoa melhor, pois saber é sabor, lembra?! Não se esqueça de Barthes, Sócrates, Platão, Heráclito, Hebe, ... tá?! Nem de mim...RS


:: às 15h15
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:: Terça-feira , 26 de Maio de 2009 às 19h00
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Apesar do que muitos acham,hoje em dia avó não é mais aquela velhinha de cabelos brancos,óculos e constante avental,que ficava a maior parte do tempo servindo os netos.
A avó de hoje é uma mulher dinâmica,com atividades fora de casa,de aparência bem cuidada e participante da sociedade em que vive.
Toda avó ama seus netos com verdadeira devoção,faz por eles muito mais do que pode fazer pelos filhos,mas não assume mais a responsabilidade de educá-los ou criá-los.No máximo,fica com eles por algumas horas,ou mesmo dias,e mais estraga,com seus mimos,do que educa.
Ser avó é ser mãe duas vezes! É ver a semente gerada por voce agora reproduzindo as suas próprias sementes! É uma emoção imensa,uma alegria sem fim!
E quando vemos o rostinho da criança,tão amada,tão esperada,sentimos o coração transbordar de ternura e agradecimento a Deus por nos permitir esta graça!
Sou avó de 1 neto,que amo demais.Por ele sou leoa,sou dócil,sou cozinheira,passeadeira,motorista,pagante,
contadora de estória,exemplo de vida...
Sou tudo o que ele quiser e precisar,pois É amor incondicional,fruto do meu primogênito.
Ser avó é mostrar o melhor caminho a seguir,mas entender quando um neto escolhe outro.
É apoiar,conversar,ter paciência,ser confidente,achar graça de tudo o que eles aprontam,mesmo quando ninguem mais acha! Ja aprendemos que a vida é mais fácil e melhor vivida,se não tivermos tantas repressões e negativas. E que o exemplo e ensinamentos que damos,vão servir de base sempre.

Ser avó é amar seu neto acima de tudo!

 

SER AVÓ
Ser avó é sentir felicidade
É conhecer um amor doce, profundo,
É viver de carinho e ansiedade,
É resumir nos netos o seu mundo!
Ser avó é voltar a ser criança,
É fazer tudo pelo neto amado...
É povoar a vida de esperança,
É reviver todinho o seu passado.

 

 

 

 


:: Segunda-feira , 25 de Maio de 2009 às 22h37
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Sensualidade exacerbada, alto poder de dominação sobre a vontade masculina, percepção aguçada e enorme competência para fazer o bem e o mal, de acordo com seus interesses. Dá para acreditar que estamos falando só de feiticeiras? Pois é, quem disse que toda mulher é uma bruxa, não errou!

 

 

Por um longo período da história feminina as mulheres foram vistas como sábias, aptas a curar doenças e a ajudar a nascer e morrer. Até que, um dia, um grupo de homens poderosos se rebelou contra tanto poder, criou a Santa Inquisição e decidiu silenciar as mulheres.

Para sobreviver, elas não poderiam ter poder. Foi um tempo só dos homens, o império do masculino. Não deu outra: ocultas nas suas funções de mães e mulheres, elas se mantiveram nas sombras até que os homens esqueceram que elas tinham poder – ou quem sabe, deixaram de temer.

Seja como for, não é difícil reconhecer que os poderes de bruxa continuam vivos, pelo menos nas nossas mães e avós.

Primeiro o poder da previsão. Se elas dizem que uma pessoa não presta ou que uma coisa não vai dar certo, tempos depois vem a constatação. Elas tinham razão: levamos um cano ou temos uma grande decepção.

Se o assunto é sensualidade, elas com certeza sabem o que funciona ou não com os homens e, mesmo que elas insistam em não confessar, está claro que enfeitiçaram e manipularam o coração dos nossos pais e avós.

Da saúde elas entendem praticamente de tudo, desde o que fez mal até como fazer para acabar com o problema. Chás, aromas e outras delicadezas deixam claro que elas sabem muito mais do que só ser mulher.

Agora, para acabar com o mal, elas conhecem praticamente tudo: beijinhos mágicos, bênçãos e interferências maiores. Cada uma sabe exatamente como e onde buscar o poder.

Pensando bem, as mulheres são mesmo mágicas. Fazem nascer e viver gentes e sonhos. Com as suas alquimias, algumas marcam tanto a vida dos seus homens que, mesmo casados e velhos, eles continuam sonhando, por exemplo, com a comida da mamãe.

Pensando bem, toda mulher é mesmo uma bruxa, os inquisidores tinham razão. As mulheres enlouquecem os homens, tumultuam suas vidas e fazem seus corpos tremer. As mulheres ajudam a construir sonhos, alimentam a alma e mostram como é possível sobreviver e, no conjunto de suas vidas, mostram o longo e árduo percurso que é preciso para se concretizar de fato uma mulher.

Mulheres são de verdade umas bruxas, algumas não sabem que têm poder e outras não o querem, talvez porque se temam tão poderosas. Mas não tem jeito: mais dia, menos dia, a sensação de poder aflora com os filhos e, como num sonho, vale tudo para curar, ajudar e proteger. De onde vem esse poder? Provavelmente das nossas mães e avós.


:: Sábado , 23 de Maio de 2009 às 10h19
::  

 

 

A amiga das fadas. As fadas são as guardiãs da ancestralidade da Terra. Sim, sou amiga delas, levei quase trinta anos para declarar isso, em verdade sou uma mulher fada, e minha parte elemental me torna empática, fazendo com que os pensamentos, sentimentos e desejos das pessoas com as quais me relaciono, ou simplesmente que estão por perto, se revelam e me tocam profundamente. Enquanto que, em minha parte humana, o intelecto denso e seletivo questiona e me leva a estudar, buscando uma resposta razoável para ele, acostumado em olvidar a sensibilidade intuitiva. Isso resulta que, como fada, sou uma humana questionadora, e como humana sou uma fada sensível.


:: Sexta-feira , 22 de Maio de 2009 às 23h16
::  

A GATA E O RATO...

Série da década de 80 que fez muito sucesso na época... eu confesso, era apaixonada pelo David Addison... sonho de consumo total, como não podia deixar de ser...
Fiz a grande besteira (ou não...) de pegar na locadora o box com a 1ª e a 2ª temporada da série e não prestou! Me apaixonei de novo! Tá certo, o Bruce Willis não é mais o mesmo, as músicas e o jeito de se vestir então nem se diga, mas... não tem jeito.



Mas agora falando sério, o seriado tinha ótimos roteiros e a química entre os atores principais era perfeita... Eles chegaram ao ponto de conversar com os telespectadores e até mesmo fazer piada da condição de ser um programa de TV. Valia muito a pena perder às noite de terça para assisti-lo.
Bem, para comemorar a minha atual fase nostálgica, deixo aqui a abertura do seriado...




Moonlighting
Al Jarreau

Some walk by night,
Some fly by day,
Nothing could change you,
Set and sure of the way.

There is the sun and moon,
They sing their own sweet tune,
Watch them when dawn is due,
Sharing one space.

We'll walk by night,
We'll fly by day,
Moonlighting strangers
Who just met on the way.



PS: Descobri que estou ficando velha... o seriado já tem 20 anos... SOCORRO!!!!...KKKKKKK


:: Quinta-feira , 21 de Maio de 2009 às 21h46
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A GRAMA DO VIZINHO

 (Martha Medeiros)

 Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Há no ar certo queixume sem razões muito claras. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso? Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento". Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim. Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados. Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. "Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo". Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades - reais e inventadas - fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas, tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista.

As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento!


:: Quinta-feira , 14 de Maio de 2009 às 15h10
::  

 

 

Eu sou como a borboleta
Tudo o que eu penso é liberdade
Não quero ser maltradado,
nem exportado desse meu chão

Minhas asas, minhas armas,
não servem para me defender
As cores da natureza pedem
ajuda pra eu sobreviver

Você que me vê voando
Como a paz de uma criança
Você sabe a minha idade
Eu sou sua esperança

A ordem da humanidade
não deve ser destruída
quando eu voar me proteja
]sou parte da sua vida

Eu sou como a borboleta...

Proteção Às Borboletas
by Benito Di Paula


:: às 10h51
::  

O que é o amor?

O que é o amor?
Eu não sei.

Tudo que sei é que experimentar o
amor é uma das mais belas experiências da vida.
Para vivenciarmos o verdadeiro amor, quatro passos devem ser celebrados.

O primeiro passo é: esteja aqui e agora - porque o amor só é possível aqui e agora.

O segundo passo em direção ao amor é libertar-se dos sentimentos negativos, porque muitas pessoas amam, mas seu amor está contaminado por sentimentos como ciúme, possessividade, medo.

O terceiro: compartilhe. O amor é uma fragrância a ser compartilhada, irradiada. O amor não pode ser acumulado; ele só pode ser compartilhado.

E o quarto: seja um nada. Somente quando você está vazio de você,há o amor.
Quando você está cheio de ego não é possível amar.
O amor e o ego não podem existir juntos.
É impossível o amor e o ego estarem juntos.

Somente uma pessoa que aprendeu a
amar é madura.
Uma pessoa madura não "cai de amor", ela se "eleva no amor".
E quando duas pessoas maduras estão se
amando, um dos maiores paradoxos da vida acontece.
Elas estão juntas, são quase um, mas esta unidade não destrói a individualidade. Na verdade realça.

Duas pessoas maduras em verdadeiro amor ajudam-se mutuamente a se tornarem mais livres, mais plenas, mais completas.

Osho


:: Quarta-feira , 13 de Maio de 2009 às 12h26
::  

 

Encontre-me
 
Durante o início da minha adolescência e também das minhas paixões, ouvia alguma amiga dizer: "não dê uma de fácil porque homem gosta de mulher difícil".

Não discordo, pois com certeza o difícil nos proporciona mais prazer na hora da conquista, além do quê, todo esse trabalho fará com que passemos a dar mais valor ao objetivo conquistado. E isso não se limita apenas ao amor, mas a tudo na vida.

No entanto, eu jamais me considerei uma pessoa fácil. Ao menos não com quem eu realmente gostei e quis uma relação duradoura . Tenho certeza de que sou uma pessoa decidida. Sei o que quero. Então, não tem porque fazer rodeios em relação a isso.

Mas venho me dando conta de que sempre fui eu quem tomou a iniciativa até hoje. Que eu me lembre, sim. E caso eu esteja esquecendo de alguém, por favor, dá uma luz aí, pois adoraria me deliciar com esse momento único na minha vida.

Sempre fui em quem mandou o primeiro recado, a primeira carta, o primeiro torpedo e fiz a primeira ligação.

Sou eu que saio da minha casa, do meu bairro, da minha cidade e até mesmo do meu estado para ir atrás da pessoa que gosto mesmo recebendo um balde de água fria e uma boa dose etílica para afogar as mágoas como recompensa pelo meu esforço.

No final de cada decepção eu falo que não vai se repetir, e sempre se repete. E eu sei por quê: porque eu gosto de me arriscar. Vai que um dia dá certo?!

Começo um relacionamento me esquivando, acreditando que ponderação é tudo! Achando-me A estrategista. E quando me dou conta, já caí de cabeça faz tempo.

Quando os amigo vêm me alertar, eu sempre digo: "eu sei onde estou pisando". Sei porra nenhum! Na verdade eu até sei. Sei muito bem que vou me dar mal. Mas nunca perco as esperanças de que vou conseguir reverter a situação. Já que sou a estretegista.

Essa história de se divertir com os errados enquanto o certo não aparece, só cola no final do caso. Porque eu sempre pensei que eles eram certos. Se eu soubesse que eram errados, jamais teria insistido. (Pequena pausa). Ta legal, eu confesso: teve um que eu sabia que era errado, mas mesmo assim eu quis tentar.

O que estou querendo dizer com tudo isso é que: cansei! O amor que me encontre. Voltarei no tempo e serei como as moças da década de 30, que esperavam até o primeiro olhar do rapaz. E quando os olhares se encontravam, elas abaixavam a cabeça envergonhadas e davam um sorriso tolo de timidez, o que significava que estavam a fim.

Mentira! Não conseguirei ser assim. É muito difícil pra mim.

Mas uma coisa é certa: do meu lugar eu não saio. Posso até dar-lhe o primeiro olhar, porque ninguém tem a obrigação de adivinhar nada. Um olhar, apenas. Um simples olhar de "venha". E aí já dizia a música: "você traz a lenha, pro meu fogo acender".


:: Terça-feira , 12 de Maio de 2009 às 12h20
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Será mesmo que é tão difícil assim fazer a escolha de ser feliz? Todo mundo vive me dizendo que é muito fácil pedir para serem felizes, mas se você olhar por um outro ângulo, verá que é muito mais dificuldade mesmo é ser infeliz! Sim, todos temos vários caminhos para trilhar e, definitivamente, os que levam ao sofrimento são os piores.

Mas como você se sente atraída por eles, não é mesmo? Nossa, basta conhecer um cara pra lá de complicado, que parece que bate aquele sentimento maternal, e quando menos espera está lá, do ladinho dele, servindo não como uma namorada, esposa, mas como uma mamãezona.

Ou então o cara tem até pedigree de galinha, vive catando tudo que encontra pela frente, mas por causa desta mania de achar que o amor é capaz de mudar o mundo, você resolve que fará do seu grandioso amor a tábua de salvação deste homem.

Ah, mas você sofre por algo louvável, o amor, por isso não há como condena-la.

Peraí, por acaso a vida é mais fácil quando amamos quem não nos ama? Claro que não! E também não é mais fácil servindo de mãe, e nem de terapeuta de macho maníaco depressivo!! Sim, porque de que adianta toda esta sua pose de mártir, de achar que sem você ele morreria, se quem está morrendo por dentro é você? Mas não adianta, porque você se apega cada vez mais...

E você ainda acha que falar é fácil, né? Mesmo fazendo as coisas da pior maneira, ainda tem coragem de dizer que ser feliz é uma utopia, algo que somente os poetas acreditam?

Mas, pode apostar que boa parte desta sua crença tem muito a ver com as porcarias que aprendeu na vida. Sim, por isso que muitas vezes acha que o sofrimento é inevitável, algo que devemos nos conformar, que acabe indo embora da mesma maneira que chegou, assim como num passe de mágica. Sabe como é: "Já que esta no inferno, abraça o capeta!"

Só que você tem como lutar contra a dor, acredite! Antes é preciso vencer o apego, abrir mão da dor, porque muitas vezes o desejo de continuar sofrendo é muito maior que a vontade de sorrir. E sabe por que isso acontece? Porque, igual a trocentas pessoas, você acredita que por mais que as coisas estejam uma merda, elas sempre irão piorar. Então é aquela coisa de achar que mais vale um passarinho nas mãos do que dois voando, para no final acabar se afundando cada vez mais na lama, e ainda ter forças para gritar: "Podia ser pior!!!"

Se está desempregada, fudida na vida, de que adianta sofrer, chorar e se acabar na depressão?

Sim, eu sei que é ferro na boneca, mas de que adianta chorar, gastar energias nesta sua crença no pior? Rir seria coisa de louca, mulher maluca? Mas quem disse que precisa rir e viver contando piadas? Claro que seria uma maravilha para apressar as coisas, fazer sua energia subir, ficar bem mais atraente para as oportunidades que a vida iria lhe dar como retribuição, isso nem se discute.

Mas você pode simplesmente se recusar a pensar no pior e investir em soluções. Mas sabe como é: você acha que já está com uma idade avançada, por isso não tem tempo e nem grana para perder fazendo cursos, certo? Errado!! Minha filha, idade é apenas um detalhe, porque se acha que com 30 anos no lombo já virou refugo, tente imaginar como estará com 50 anos?

Nossa, aí vai bater aquele arrependimento de não ter encarado aquela curso de enfermagem de dois anos, porque achava que com 32 anos estaria tão velha que não teria chances no mercado de trabalho...Duvida? Então tente contar os arrependimentos que carrega:

"Por que eu não estudei quando era novinha?", "Por que não aceitei aquele emprego que até pagava pouco, mas ia servir como um trampolim na minha carreira?", "Por que deixei passar tantas chances na vida, meu Deus?"

Oras, vamos esquecer logo tudo o que fez ou deixou de fazer, porque naquela época você agiu de acordo com a cachola que tinha no momento. Sim, por mais que tenha ferrado com sua vida, no fundo acreditava que era o melhor. Sem contar que não é porque se fudeu que vai continuar de sacaneando. Chega!!! Coloca agora um ponto final nesta maldita ciranda!!

Só que agora você tem outra cabeça, talvez pior, mas diferente de antes, hoje você consegue ver melhor como as coisas são. E quando digo que sua cabecinha é pior que antes, é porque agora você sente tanto medo que acabou se acomodando na vida! Lembra do que leu sobre o medo das coisas piorarem? Então, agora você está paralisada pelo temor de quebrar a cara de novo!

E não importa, repito, que esteja fudida, ferrada e mal paga, ainda assim é melhor continuar sofrendo com esta sua vida de merda, porque é o que conhece, porque está acostumada, do que se jogar em uma nova empreitada!!

Sim, claro que pode se dar muito mal, porque não existe nenhuma garantia de sucesso, mas se resolver trocar a dor pela felicidade, terá algo muito mais valioso agora, que é a vontade de deixar de ser infeliz!

Em uma passagem do livro Ilusões, de Richard Bach, o Messias pergunta à multidão sobre o que fariam se Deus lhes pedisse algo. Todos respondem que seria uma honra sofrer e padecer todas as infelicidades do mundo, se fosse esta a vontade Dele. Então o Messias perguntou se mesmo que se tratasse de uma tarefa extremamente difícil, se ainda assim a fariam. E todos responderam que mesmo que fossem pregados em cruzes ou queimados vivos, ainda assim seria uma glória obedecer ao Pai. Então, diante de tamanha empolgação, o Messias perguntou :

"E se Deus lhes falasse diretamente, em pessoa: 'Ordeno que sejas feliz no mundo enquanto viveres' , o que fariam?"


:: Domingo , 10 de Maio de 2009 às 10h35
::  

SER MÃE



        A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.

        Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.

        O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.

        Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?

        É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.

        Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.

        Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.

        Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.

        É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.

        Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?

        E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.

        Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.

        É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.

        É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.

        Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.

        Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.

        Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.

        Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais – não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.

        É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.

        É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.

        Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.

        Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.

        É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.

*   *   *

        A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe.

        E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu
.


:: Sexta-feira , 08 de Maio de 2009 às 01h09
::  

AMIGAS.....PARA SEMPRE....

Dedicada as minhas amigas - irmãs -parceiras....

Val,Claudia,Liloca,Ana Beatriz, Bellis,Moniquinha Campello, Patrícia......

 

Há quem diga que mulheres, quando são amigas, ficam insuportáveis, porque concordam sempre uma com a outra e não se desgrudam.

A vida nos apresenta milhares de pessoas. E cada uma delas vem cumprir
um papel conosco. Todas elas ficam na nossa memória, nos nossos
hábitos, nas nossas fotos, nos nossos guardados... E no meio de tudo
que se sente de dor, ou de prazer.
Eu tenho saudade de todas as amigas que já tive na vida.
Tem as amigas da família, as primas, irmãs e tias, que sempre estão
indo e vindo da sua vida, provando que o tempo passa, mas certas coisas
nunca mudam.
Aquela amiga desbocada que só fala palavrão e se mete em encrenca, mas
faz você rir muito. Tem aquela com quem você anda de braços dados pra
todo canto. Aquela pra quem você contou sobre o primeiro garoto que
você gostou.Aquela que te dá toques sobre roupas, pessoas, corte de
cabelo e comportamento. Tem aquela outra que é chorona, aquela que
critica você a cada cinco minutos, aquela nerd e cdf que sabe de tudo e
aquela melosa, que gosta de abraçar e mandar recadinhos de amor. E
aquela com quem você dividiu a cama naquela viagem que foi o maior
programa de índio da sua vida. Aquela pra quem você conta absolutamente
tudo, e sente que foi entendida, e sai aliviada. Aquela que te dá
broncas e manda você parar de roer as unhas. Aquela que não tem
vergonha de dizer que te ama.
Aquela que apresenta os melhores caras. Aquela que passa com você o
momento mais difícil da sua vida. Aquela que liga todo dia. Aquela
intelectual, que te ensina milhares de coisas. Aquela que abraçou em
silêncio e sentiu você chorar, e aquela que virou as costas quando você
mais precisou.
Aquela que faz tudo que você pede e aquela egoísta. Aquela que ouve
quando você está apaixonada e passa horas falando do mesmo assunto.
E aquela que entende quando você a deixou pra ficar com seu namorado. E
aquela outra que exige a sua atenção.Aquela que só liga no dia do seu
aniversário, e que mesmo assim você adora. Aquela que te indica
ginecologista. Aquela que era a mais chegada, mas sumiu e você nunca
mais soube.E aquela que é uma irmã pra você. Tem quem não possui
tantas amigas assim, mas tem aquela que vale por todas. E tem também a
melhor amiga. Aquela que é simplesmente aquela.Claro, os homens também
sabem ser bons amigos. Também deixam ótimas lembranças. Mas nada é
igual à amizade entre duas mulheres.Um grande beijo para as amigas que
vierem a ler isso, para as que não vão ler, para aquelas que estão
perto e longe de mim, para aquelas que eu lembro a todo minuto e para
aquelas que eu esqueci. Digo sem piscar que a amizade
vale a pena e quem me ensinou isso foi você!!!!


:: Quinta-feira , 07 de Maio de 2009 às 15h35
::  

O QUE É UM VAMPIRO PSÍQUICO?

Um vampiro psíquico, energético ou prânico, ou psyvamp para abreviar, é definido como uma pessoa que tem a habilidade inata para tirar energia vital da vida das pessoas. Explicações relativas aos fatos que geralmente cercam vampirismo psíquico variam de um extremo para o outro. Na realidade são pessoas Solitárias , tristes, depressivas, invejosas ,que vivem num plano inferior, sao como buracos negros, sugando toda a energia que precisam....


:: às 15h06
::  

 

 

Reflexão Sobre Pássaros e as Pessoas Invejosas

Muitos esotéricos dizem que os pássaros são animais místicos, que podem carregar almas de pessoas que já faleceram, ou, serem instrumentos de pessoas invejosas .
Algo interessante é que toda a vez que eu limpo as janelas da minha casa, um pássaro sempre vem defecar nos vidros que já estão brilhando .
Semana passada, conversei com o professor Miguel e ele afirmou que coisa semelhante sempre acontecia com ele: toda a vez que ele limpava seu carro , a vizinha do lado ficava de olho, pela janela. Então uma vez, após limpar o carro, já quando o automóvel estava brilhando, o professor entrou para dentro da sua casa. Quando, de repente, escutou uma gargalhada da vizinha. Assim, saiu de casa e viu que um pássaro tinha defecado no seu carro .
Alguns dias depois, numa noite de sexta – feira, ele viu que várias pessoas entraram na casa desta sua vizinha e passaram a noite gritando, como se recebessem alguns espíritos .
Naquela noite, o professor teve pesadelos com vampiros e no dia seguinte passou muito mal , com febres e vômitos .
Depois destes acontecimentos, ele buscou ajuda espiritual e foi recomendado que o moço rezasse o salmo 91 .
Alguns dias depois, quando Miguel foi lavar seu carro , novamente, ele sentiu que estava sendo observado pela mesma vizinha e rezou o Salmo 91 em voz alta, no quintal :
:"AQUELE que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei. Porque ele te livrará do laço do PÁSSARO e da peste perniciosa. “
Ele fez questão de destacar a palavra pássaro em sua oração .
Após isto, o professor escutou um barulho de janela se fechando .
Neste caso, muitos místicos dizem que pássaros são animais usados por pessoas que lidam com a magia do baixo astral. Estas aves são usadas para prejudicar outras pessoas .
Portanto, se você fizer um serviço de limpeza e um pássaro estragar, cuidado: você pode estar sendo atacado por pessoas do baixo astral.


Fada Mo!




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